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REGRAS PARA SOLICITANTES

A RECEBER A PRIMEIRA INICIAÇÃO

 

Há certos aforismos e injunções que o solicitante à iniciação necessita estudar e obedecer. Há uma grande distinção entre os termos “aspirante ao Caminho” e “solicitante à iniciação”. Aquele que aspira ao discipulado não está, de nenhum modo, compromissado com a mesma atitude específica e disciplinada que o solicitante à iniciação e pode, se assim, o escolher, levar quanto tempo queira trilhando o Caminho Probacionário. Aquele que procura a iniciação, tem de submeter sua vida a uma regra definida e a um regime estrito que, para o discípulo, é somente opcional.

 

As regras aqui dadas são em número de quatorze, reunidas de uma série de instruções compiladas para aqueles que procuram receber a primeira iniciação.

Regra I

 

 

Que o discípulo busque no mais profundo da caverna do coração. Se lá o fogo arder resplandecentemente, aquecendo o seu irmão que não aqueça a si próprio, a hora é chegada para fazer a solicitação e permanecer diante da porta.

 

Quando o amor por todos os seres independentemente de quem possam ser, começa a ser um fato conscientizado no coração de um discípulo e, ao mesmo tempo, não existe amor egoísta, então surge a indicação de que ele está aproximando do Portal da Iniciação e pode assumir os necessários compromissos preliminares antes que seu Mestre apresente seu nome como um candidato à Iniciação. Se não se importar com o sofrimento e a dor do eu inferior, se lhe for indiferente estar ou não a felicidade em seu caminho, se o único propósito de sua vida é servir e salvar o mundo e se a necessidade de seu irmão é para ele de importância maior do que a própria, então o fogo do amor está irradiando do seu ser e o mundo pode aquecer-se aos seus pés. Este amor tem de ser uma manifestação comprovada, prática, e não apenas uma teoria, nem simplesmente um ideal impraticável e um sentimento agradável. É algo que cresceu nas experiências e provações da vida, de modo que o impulso primário da vida se dirige para o auto-sacrifício e a imolação da natureza inferior. 

Extraído de Iniciação Humana e Solar, Alice Bailey – 4ª edição, 2008

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